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29º DOMINGO APÓS PENTECOSTES

FESTA DE NATAL



Hb.11:9-10.17-23.32-40/Mt.1:1-25 LITURGIA DA FESTA, Gl.4:4-7/Mt.2:1-12


EPÍSTOLA

Hb.11:9-10.17-23:32-40

9 Pela fé peregrinou na terra da promessa, como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa;

10 porque esperava a cidade que tem os fundamentos, da qual o arquiteto e edificador é Deus.

17 Pela fé Abraão, sendo provado, ofereceu Isaque; sim, ia oferecendo o seu unigênito aquele que recebera as promessas,

18 e a quem se havia dito: Em Isaque será chamada a tua descendência,

19 julgando que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar; e daí também em figura o recobrou.

20 Pela fé Isaque abençoou Jacó e a Esaú, no tocante às coisas futuras.

21 Pela fé Jacó, quando estava para morrer, abençoou cada um dos filhos de José, e adorou, inclinado sobre a extremidade do seu bordão.

22 Pela fé José, estando próximo o seu fim, fez menção da saída dos filhos de Israel, e deu ordem acerca de seus ossos.

23 Pela fé Moisés, logo ao nascer, foi escondido por seus pais durante três meses, porque viram que o menino era formoso; e não temeram o decreto do rei.

32 E que mais direi? Pois me faltará o tempo, se eu contar de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas;

33 os quais por meio da fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca dos leões,

34 apagaram a força do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram forças, tornaram-se poderosos na guerra, puseram em fuga exércitos estrangeiros.

35 As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição;

36 e outros experimentaram escárnios e açoites, e ainda cadeias e prisões.

37 Foram apedrejados e tentados; foram serrados ao meio; morreram ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados

38 (dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos e montes, e pelas covas e cavernas da terra.

39 E todos estes, embora tendo recebido bom testemunho pela fé, contudo não alcançaram a promessa;

40 visto que Deus provera alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados.

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

COMENTÁRIO

Hb.11:9-10.17-23:32-40

A sabedoria do rabi Paulo, que o Espírito Santo transformou com a sua conversão a Cristo, é aqui exposta de forma muito criativa. Seguindo o texto bíblico, como uma “genealogia segundo Paulo”, em que a promessa feita a Abraão vai concretizar-se em toda a sua glória em Cristo, porque não era apenas a terra prometida de que se tratava mas da Salvação depois de tanta provação e sofrimento do povo judeu.

Paulo achava que a concretização da promessa da Terra Prometida, se tratava de um lugar, por analogia à construção, em que a cidade polariza uma comunidade, edificada segundo Deus.;

Um lugar em que cada um de nós partilha com outros a sublime experiência da Graça de Deus, alicerce necessário para a vida e Salvação.

Hebreus 11:17-23

O episódio do sacrifício de Isaac, deixa muita gente confusa, deixando alguns a ideia que necessitamos de sofrer para que Deus esteja connosco, de fazer algo contra a Lei de Deus para lhe agradar.

Mas os versículos seguintes confirmam que o que importa é a decisão pela Fé, aquele estado em que acreditamos verdadeiramente e experimentamos o Espírito Santo de Deus no mais intimo do nosso ser, no fundo do coração. Não é o doloroso sacrifício de Isaac que é o mais importante neste texto e que toca profundamente os sentimentos de cada um que lêem aquelas palavras, mas a obediência, confiança e decisão em Deus.

Hebreus 11:32-40

Paulo fala para judeus, judeus cristianizados, que conhecem minimamente as escrituras e ouviram falar de todas aquelas personagens de Israel que ele cita, exemplos de firmeza na Fé e que participaram em feitos notáveis.

Ao escolhermos viver no Senhor, nenhuma provação nos afastará do caminho da Salvação, que é o ensinamento de Paulo quando diz que torturados ressuscitaram.

Paulo diz que há outros que fizeram grandes sacrifícios e exibiram grandes padecimentos e, no entanto, não foram merecedores da graça de Deus.

Se não reflectirmos, parece uma grande injustiça para quem de se submete a grandes provações pela Fé.

Os últimos dois versículos esclarecem, rompendo com a ideia difundida pelos saduceus e outros grupos judaicos dominantes na altura, de que é pelas obras que apenas se alcança a Salvação. Paulo ensina que é pelo aperfeiçoamento pessoal que receberemos de Deus.

Esta é uma parte do Homem Novo a que se refere Paulo na fundação do Cristianismo.


A epístola de hoje, coloca em evidência a importância de fundamentarmos na Fé as nossas decisões e que não é pelo sacrifico que alcançamos a Graça de Deus, como se uma troca fosse necessária.

O Evangelho de hoje consolida a importância fundamental da Fé na edificação da vida de cada um

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

EVANGELHO

Mt.1:1-25

1 Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.

2 A Abraão nasceu Isaque; a Isaque nasceu Jacó; a Jacó nasceram Judá e seus irmãos;

3 a Judá nasceram, de Tamar, Farés e Zará; a Farés nasceu Esrom; a Esrom nasceu Arão;

4 a Arão nasceu Aminadabe; a Aminadabe nasceu Nasom; a Nasom nasceu Salmom;

5 a Salmom nasceu, de Raabe, Booz; a Booz nasceu, de Rute, Obede; a Obede nasceu Jessé;

6 e a Jessé nasceu o rei Davi. A Davi nasceu Salomão da que fora mulher de Urias;

7 a Salomão nasceu Roboão; a Roboão nasceu Abias; a Abias nasceu Asafe;

8 a Asafe nasceu Josafá; a Josafá nasceu Jorão; a Jorão nasceu Ozias;

9 a Ozias nasceu Joatão; a Joatão nasceu Acaz; a Acaz nasceu Ezequias;

10 a Ezequias nasceu Manassés; a Manassés nasceu Amom; a Amom nasceu Josias;

11 a Josias nasceram Jeconias e seus irmãos, no tempo da deportação para Babilônia.

12 Depois da deportação para Babilônia nasceu a Jeconias, Salatiel; a Salatiel nasceu Zorobabel;

13 a Zorobabel nasceu Abiúde; a Abiúde nasceu Eliaquim; a Eliaquim nasceu Azor;

14 a Azor nasceu Sadoque; a Sadoque nasceu Aquim; a Aquim nasceu Eliúde;

15 a Eliúde nasceu Eleazar; a Eleazar nasceu Matã; a Matã nasceu Jacó;

16 e a Jacó nasceu José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama Cristo.

17 De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para Babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para Babilônia até o Cristo, catorze gerações.

18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, ela se achou ter concebido do Espírito Santo.

19 E como José, seu esposo, era justo, e não a queria infamar, intentou deixá-la secretamente.

20 E, projetando ele isso, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela se gerou é do Espírito Santo;

21 ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.

22 Ora, tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito da parte do Senhor pelo profeta:

23 Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco.

24 E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher;

25 e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de JESUS.

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

COMENTÁRIO

Mt.1:1-25

Existem duas genealogias de Jesus: a de Lucas, pelo lado de Maria a sua mãe biológica e a de Mateus pelo lado do seu pai legal José.

Mateus seguiu as regras e costumes judaicos, em que a genealogia é sempre referida ao pai. Lucas, cujo Evangelho é mais tardio, seguiu outros caminhos.

A discussão em torno das genealogias de Jesus, tem ido mais longe, através da análise de pertença a tribos diferentes, dos personagens inscritos no rol, nomeadamente de Maria e José. Mas, pessoalmente, acho espúria tal discussão, porque é óbvio que tais róis apenas pretendem recuperar as profecias sobre a vinda do Messias e legitimar a pessoa de Jesus segundo a sua ascendência e não segundo a Fé, para o mundo daquela época, nomeadamente identificando Jesus como herdeiro de David, ansiado libertador do jugo romano.

Nesta narrativa é muito interessante a descrição das condições em que ocorreu o nascimento de Jesus. Tradicionalmente, entre judeus, o contrato de casamento era celebrado algum tempo antes das núpcias, que podia chegar a um ano; a fim de permitir aos noivos reflectirem e famílias se organizarem e prepararem a nova família, daí o afastamento de José e não por outras razões ficcionadas por pseudo historiadores, sem fundamento.

Maria era uma virgem consagrada ao Templo e que foi dada muito jovem como esposa a José, que já era idoso e muito respeitado na comunidade. A partir do compromisso que assumiram, terá decorrido algum tempo e Maria ter-se-á mudado de Jerusalém para Nazaré na proximidade de José, ou até para a mesma propriedade (casa).

José não quis expor Maria à Lei, que a condenaria por adultério ficando grávida que não fosse do seu esposo, projectou afastar-se em viagem sem que ninguém soubesse ou então projectou cessar o contrato, devolvendo Maria à família, que estaria noutro lugar.

Mas um mensageiro de Deus visitou-o e, ele que era uma pessoa devota ao judaísmo e misericordioso por inerência, aceitou a divina concepção que lhe foi anunciada, concretizando as núpcias sem violação da gravidez, conforme a tradição que também refere que a parteira Salomé assim a encontrou no nascimento de Jesus.

O nome Jesus era muito frequente naquela época e significa o mesmo que Salvador, conforme o final do versículo 21.

O Profeta citado em 22 é Isaías, 740 anos antes de JC.

Ao milagre da concepção está associado o nome de Emanuel que em hebraico -עמנואל significa Deus connosco. Este será o nome atribuído pelo anjo do Senhor, que na sua mensagem corresponde a uma qualidade do ser que estava em gestação em Maria.

Pressupomos que José sabia hebraico, porque era a língua litúrgica de então e comum aos diversos povos e regiões com vinculo judaico; Em consequência da mensagem do anjo e do fervor piedoso de José o nome atribuído por este foi Jesus, o Messias enviado Por Deus e tão esperado.

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

LITURGIA DA FESTA DE NATAL



EPÍSTOLA

Gl.4:4-7

4 mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei,

5 para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.

6bE, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.

7 Portanto já não és mais servo, mas filho; e se és filho, és também herdeiro por Deus.

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

COMENTÁRIO

Gl.4:4-7

No meu comentário a Mateus 1:18, do 29º Domingo AP, referi a importância de ser justificada a Divina Concepção de Jesus, pelo Espírito Santo que desceu sobre a Virgem Maria e O gerou com a misericordiosa devoção a Deus de seu pai, na Lei, José o “Justo” .

Paulo ensina aos Gálatas (um povo celta oriundo do norte de França/Bélgica/ Alemanha, que se instalou na Capadócia e actual Ancara, na Turquia) que Jesus nasceu completamente humano de sua mãe e foi enviado por Deus.

Existem diferentes teologias cristãs sobre a natureza de Jesus Cristo. Nós ortodoxos, dos 3 concílios, cremos que n'Ele existem duas naturezas, uma divina e outra humana, na plenitude de cada uma, que não se fundem.

O resgate a que se refere Paulo é como sempre de alguém que está prisioneiro, ou perdido, ou impossibilitado de se salvar, porque os que estavam sujeitos à Lei mosaica estavam impedidos de se salvar. Jesus não veio para gerar mais leis, nem acabar com a Lei que estava a ser usada pelos poderes humanos para subjugar, Mas Ele veio para restabelecer uma Nova Aliança, com a sua Divina presença, para que cada cristão regresse à sua filiação em Deus.

Paulo recorda aqui uma das condições para ser cristão: aceitarmos no nosso coração, que é o mais íntimo de nós e essencial para a vida, receber o Espírito Santo; Porque o nascimento de Jesus, Emanuel - Deus connosco - nos ensina e inspira o nosso intelecto humano, reconduzindo-nos à nossa condição de filhos e não de servos, na simplicidade do seu nascimento humano.

Paulo, também confessa aqui a Santíssima Trindade como a entendemos, enviando o Espírito Santo, por quem Jesus foi engendrado, que na mesma substância de Deus, viveu entre nós na filiação do Pai.

Não é fácil compreender a consubstancialidade ao Pai, sendo Deus infinito e O encarnado ser finito. Mas se nos distanciarmos do método de pensamento humano em que fomos educados para resolver as coisas materiais, será mais fácil, num exercício difícil. Estes mistérios são parte fundamental da Fé, não como escravos a que tudo nos subjugamos, mas adoptados como filhos e como tal não estamos sujeitos a conhecimentos elementares, mas como herdeiros partilhamos um clamor instintivo com Cristo pelo Pai.

Este pedacinho de texto de Paulo, é pouco extenso mas repleto de ensinamentos, sobre os quais nos poderíamos demorar vários dias. É também essencial para compreendermos o Cristianismo. A celebração do do nascimento de Jesus, é condenada pelas homilias de Orígenes e ou Padres da Igreja, pelo seu carácter pagão. No entanto a celebração do Natal é a celebração da Nova Aliança, com Deus pela encarnação num menino que se fez homem e nos ensinou a via da salvação, libertando-nos da Lei que escraviza, para a partilha como herdeiros da Lei que nos liberta.

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

EVANGELHO

Mt.2:1-12

1 Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam:

2 Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo.

3 O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém;

4 e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo.

5 Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta:

6 E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel.

7 Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera;

8 e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore.

9 Tendo eles, pois, ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto quando no oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino.

10 Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria.

11 E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro incenso e mirra.

12 Ora, sendo por divina revelação avisados em sonhos para não voltarem a Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho.

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

COMENTÁRIO

Mt.2:1-12

O evangelista, que era judeu e conhecia as escrituras, teve o cuidado de procurar datar o nascimento de Jesus e de relacionar com o Antigo Testamento este maravilhoso acontecimento.

Pelos Evangelhos e pelo historiador Flávio Josefo, sabemos que Jesus terá nascido no ano 4º AC, por volta do ano 749/750 da fundação de Roma.

A visita de Magos, ou sábios, vindos do Oriente, talvez das regiões persas e o medo de Herodes em ser deposto como rei dos judeus, inscrevem o texto na narrativa histórica, profética e teológica.

Os judeus, o Povo de Deus, vivia sob o domínio romano que tinha a colaboração da monarquia judaica e da autoridade dos saduceus que dominavam no Templo e nas restantes estruturas judaicas, todos utilizando a força violenta e justificação da Lei de Moisés para reduzir o povo à servidão.

O lugar de Belém é profetizado por Miqueias (5:2), que na altura era uma pequena povoação, mas o local exacto era indeterminado.

O acontecimento, que tinha intervenção divina, só podia ser acompanhada por acontecimentos maravilhosos, como uma luz que encaminhou os sábios, como uma luz que encaminhará todos os que procuram a Salvação.

Da descrição de Mateus, parece que os sábios vinham observando o brilho de um astro, que entretanto se terá ocultado enquanto estavam em Jerusalém, para reaparecer quando partiram para Belém.

Parece que a visita a Herodes e consequente encaminhamento, terá sido rodeado de algum segredo, sem acompanhamento de outras pessoas como seria de esperar com tal acontecimento profetizado, porque não interessava a Herodes, nem aos Saduceus, que os judeus em geral tomassem conhecimento, ou também medo daquele tirano.

O aparecimento da luz, a sua ocultação e novo reaparecimento, poderá ocorrer ao longo da nossa vida; Mas essa luz que nos indica o verdadeiro caminho estará sempre disponível, pela compaixão do Senhor, sempre que estejamos disponíveis para a seguir.

A alegria dos magos, deve-se por um lado à concretização da sua busca e por outro lado à possibilidade que tiveram de conhecer o Messias enviado por Deus para a Salvação do Mundo.

Ao ver o Menino com sua Mãe prostraram-se humildemente perante o Senhor, oferecendo ouro, incenso e mirra, oferendas reservadas a momentos e entidades muito importantes.

Os magos preservaram do tirano Herodes a revelação que tiveram, regressando por outro caminho. Como um segredo que devemos preservar do mal, assim adoramos o Senhor.

O Evangelho desta noite não é um mero relato histórico. Jesus Cristo que será perseguido durante toda a sua existência humana, pelos poderes humanos.

O Evangelho desta noite refere-se ao frágil e Divino Menino, nascido em simplicidade, para a Salvação do Mundo e depende de cada um seguir a divina Luz, escolhendo os caminhos que nos afastam do mal.

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO


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