11ºDOMINGO APÓS PENTECOSTES
11ºDOMINGO DE MATEUS
EPÍSTOLA
1Coríntios 9:2-12
2 Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos para vós o sou; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor.
3 Esta é a minha defesa para com os que me acusam.
4 Não temos nós direito de comer e de beber?
5 Não temos nós direito de levar connosco esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?
6 Ou será que só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar?
7 Quem jamais vai à guerra à sua própria custa? Quem planta uma vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho?
8 Porventura digo eu isto como homem? Ou não diz a lei também o mesmo?
9 Pois na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca do boi quando debulha. Porventura está Deus cuidando dos bois?
10 Ou não o diz certamente por nós? Com efeito, é por amor de nós que está escrito; porque o que lavra deve debulhar com esperança de participar do fruto.
11 Se nós semeamos para vós as coisas espirituais, será muito que de vós colhamos as materiais?
12 Se outros participam deste direito sobre vós, por que não nós com mais justiça? Mas nós nunca usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo.
SILÊNCIO-MEDITAÇÃO
COMENTÁRIO
1Cor 9:2-12
Paulo lembra aos que em Corínto não acreditam que ele seja apóstolo; Mas o facto de os ter convertido é suficiente para legitimar a sua ascendência espiritual sobre eles e a obrigação que têm de o apoiar materialmente, porque o trabalho dele como o de Barnabé é semear a Palavra de Deus, sem que o façam com a condição de ser retribuídos e, por essa razão, se nada receberem continuarão a levar o Evangelho a todos.
SILÊNCIO-MEDTAÇÃO
EVANGELHO
Mateus 18:23-35
23 Por isso o reino dos céus é comparado a um rei que quis tomar contas a seus servos;
24 e, tendo começado a tomá-las, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos;
25 mas não tendo ele com que pagar, ordenou seu senhor que fossem vendidos, ele, sua mulher, seus filhos, e tudo o que tinha, e que se pagasse a dívida.
26 Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, tem paciência comigo, que tudo te pagarei.
27 O senhor daquele servo, pois, movido de compaixão, soltou-o, e perdoou-lhe a dívida.
28 Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem denários; e, segurando-o, o sufocava, dizendo: Paga o que me deves.
29 Então o seu companheiro, caindo-lhe aos pés, rogava-lhe, dizendo: Tem paciência comigo, que te pagarei.
30 Ele, porém, não quis; antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
31 Vendo, pois, os seus conservos o que acontecera, contristaram-se grandemente, e foram revelar tudo isso ao seu senhor.
32 Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste;
33 não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, assim como eu tive compaixão de ti?
34 E, indignado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia.
35
Assim
vos fará meu Pai celestial, se de coração não perdoardes, cada um
a seu irmão.
SILÊNCIO-MEDITAÇÃO
COMENTÁRIO
Mt 18:23-35
Esta passagem do evangelho ressalta a importância do perdão e da compaixão nas relações humanas e, como o perdão é um reflexo do amor e da graça de Deus. Também sublinha a reciprocidade do perdão: se queremos ser perdoados por Deus, devemos estar dispostos a perdoar os outros.
SILÊNCIO-MEDITAÇÃO
