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 15º DOMINGO APÓS O PENTECOSTES – dia 17 de Setembro

15º Domingo de Mateus

EPÍSTOLA

1Coríntios 1:10-17

10 Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que sejais concordes no falar, e que não haja dissensões entre vós; antes sejais unidos no mesmo pensamento e no mesmo parecer.

11 Pois a respeito de vós, irmãos meus, fui informado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós.

12 Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo; ou, Eu de Apolo; ou Eu sou de Cefas; ou, Eu de Cristo.

13 será que Cristo está dividido? foi Paulo crucificado por amor de vós? ou fostes vós baptizados em nome de Paulo?

14 Dou graças a Deus que a nenhum de vós baptizei, senão a Crispo e a Gaio;

15 para que ninguém diga que fostes baptizados em meu nome.

16 É verdade, baptizei também a família de Estéfanas, além destes, não sei se baptizei algum outro.

17 Porque Cristo não me enviou para baptizar, mas para pregar o evangelho; não em sabedoria de palavras, para não se tornar vã a cruz de Cristo.

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

COMENTÁRIO

Paulo ao exortar os Coríntios para que cessem as dissensões e procurem a harmonia, também diz que a verdadeira Fé não é em pessoas mas em Cristo, em nome de quem essas pessoas pregam e que não são necessárias palavras ou discurso de muita erudição que por vezes se tornam difíceis de compreender.


SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

EVANGELHO

Mateus 14:14-22

14 E ele, ao desembarcar, viu uma grande multidão; e, compadecendo-se dela, curou os seus enfermos.

15 Chegada a tarde, aproximaram-se dele os discípulos, dizendo: O lugar é deserto, e a hora é já passada; despede as multidões, para que vão às aldeias, e comprem o que comer.

16 Jesus, porém, lhes disse: Não precisam ir embora; dai-lhes vós de comer.

17 Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.

18 E ele disse: trazei-mos aqui.

19 Tendo mandado às multidões que se reclinassem sobre a relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos às multidões.

20 Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobejaram levantaram doze cestos cheios.

21 Ora, os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.

22 Logo em seguida obrigou os seus discípulos a entrar no barco, e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões.

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

COMENTÁRIO

As multidões que procuravam Jesus, tinham necessidade de testemunhar acontecimentos extraordinários para justificar Jesus como o Messias prometido.

Jesus, sabendo isso, proporcionou às pessoas esses acontecimentos. Mas sempre ocorridos em ambientes muitos simples, sem ser em condições excepcionais fora daquelas em que as pessoas normalmente viviam.

Neste caso, na margem do rio, a multidão trouxe enfermos, que então Jesus curou e no final do dia deu-lhes de comer multiplicando pão e peixes de que não sabemos se alguém se apercebeu, com excepção dos Apóstolos que O acompanhavam.

No Evangelho de Marcos (6:34), diz que “eram como ovelhas sem pastor”.

O facto de as pessoas se terem deslocado para aquele lugar desértico, ausentando-se das suas actividades e levando consigo doentes, lembra-nos que ao procurarmos a Salvação temos de fazer o caminho necessário e levar connosco os mais fracos e sem capacidade para o fazer.

SILÊNCIO-MEDITAÇÃO

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